quarta-feira, 5 de março de 2008

Campesino

Nestes dias complicados, as palavras são deturpadas. Campesino refere-se a campo, campestre. Lutzemberger preferia este termo ao de colono, pois seria um profissional do campo e não um colonizador. Certamente, não um invasor e muito menos um terrorista.

Sim, podemos classificar a via campesina como um grupo terrorista, pois os atos que pratica podem ser comparados ao de uma agremiação terrorista, que pretende assustar uma região que, finalmente, está encontrando algum meio de sair do "apagão econômico" em que se encontra há décadas.

Os dez leitores do PoPa sabem que a via campesina invadiu uma área que estava com interdito proibitório e destruiu algumas árvores para "plantar" nativas. Fez duas imbecilidades: destruiu o que estava plantado e inviabilizou mudas que poderiam ser efetivamente plantadas em algum lugar. E, claro, estava com 300 crianças na invasão. Acho que elas poderiam ser processadas apenas por este detalhe: uso de crianças em atos potencialmente perigosos, levando a risco de vida os pequenos. Ou, pelo menos, a uma séria deformação intelectual.

28 onibus estavam na "festa". Quem terá pago esta conta? O que o PoPa gostaria, é que a justiça fizesse uma triagem com identificação das marginais presentes, dos pais das crianças e dos proprietários dos ônibus. Poderia dar um interessante quadro para análise.

Irma Maria Ostroski, nascida em 18/01/72, casada, residente em Piratini, que participou da morte do soldado VALDECI DE ABREU LOPES, em Porto Alegre, participou da destruição do viveiro da Aracruz, da invasão da VCP e tantas outras ações terroristas, desta feita agrediu um policial militar. E foi presa. Espero que fique na cadeia por algum tempo, desta vez - pelo menos uma semana...

Mas o PoPa também está também preocupado com o que a ZH escreveu: É provável que sejam legítimas suas queixas de que a árvore traz ressecamento da terra. Como assim, caro jornalista Humberto Trezzi? Onde está o embasamento técnico para achar provável este tipo de asneira?

6 comentários:

Carlos Eduardo da Maia disse...

Popa, eu estava exatamente pretendendo colocar um posto sobre a Irma Maria Oftroski e coloquei o nome dela no google e surgiu a tua página. Mas tenho uma dúvida. A Irma participou mesmo da morte do soldado Valdeci? Esse fato ocorreu em 1990. A Irma tinha 18 anos. É possível.

Pobre Pampa disse...

Eu tinha esta informação em algum lugar, mas ainda não localizei. De qualquer maneira, 18 anos é mais que suficiente para se trabalhar no movimento. E lembre-se que ela é uma das cabeças do MST! Não se chega ali em pouco tempo...

Anônimo disse...

Prezado Carlos Eduardo, a grafia correta do nome dessa criminosa é Irma Maria Ostroski. Procure por esse nome e encontrará informações sobre sua trajetória, inclusive o envolvimento no assassinato por degola do PM Valdeci Lopes.

Ricardo Rayol disse...

asno tem em todo canto, principalmente nos movimentos terroristas.

Pobre Pampa disse...

Achei a fonte e já coloquei lá no texto. É um clippingo do Ministério do Planejamento de uma notícia do O Globo.

Anônimo disse...

Para os que ainda tiverem alguma dúvida sobre o modo de ação dessa criminosa, aí vão as últimas notícias sobre as atividades da Irma Ostroski:
No dia 4 de março cerca de 900 militantes profissionalizados do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) e Via Campesina destruíram a Fazenda Tarumã, em Rosário do Sul, ocasião em que a reincidente “campesina” Irma Maria Ostrosky, de foice na mão, tentou degolar o coronel Lauro Binsfield, da Brigada do Rio Grande do Sul. O coronel, para não morrer, defendeu o pescoço com um dos braços que, rasgado em suas carnes, levou sutura de 20 pontos.