sábado, 22 de março de 2008

Abril Adiantado

Pois os marginais do mst estão mostrando a cara, novamente! Todos os anos eles fazem um tal de "abril vermelho", para mostrar ao governo federal suas intenções. Este ano, o tal abril começou em março. Falta do que fazer!

No Estadão: PONTAL DO PARANAPANEMA - Cerca de 70 sem-terra ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) invadiram hoje a Fazenda Esperança, de 470 hectares, localizada no município de Iepê, no Pontal do Paranapanema (SP). A ocupação foi pacífica, e o grupo pretende plantar feijão. "Estamos antecipando o ''abril vermelho'' e nada melhor do que uma Sexta-Feira Santa para decretar a morte do latifúndio e a libertação dos trabalhadores sem-terra", afirmou Sérgio Pantaleão, coordenador do MST. No mês que vem, outras fazendas serão invadidas em protesto contra a lentidão da reforma agrária e o decreto do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que regulariza terras devolutas. "Se querem regularizar é porque as terras são devolutas", resumiu o coordenador. As invasões de abril serão seletivas, com menos áreas ocupadas. "Não vamos trabalhar com quantidade", completou Pantaleão.

Reparem que o marginal coordenador assinala que não vão trabalhar com quantidade. É que invasão dá muito trabalho! E quem é Sérgio Pantaleão? Em 2003, a figura tinha prisão preventida decretada por furto qualificado, o que teria ocorrido em uma invasão. A prisão foi revogada e, na defesa, o advogado escreve: Sérgio Pantaleão é homem de boa índole e em nenhum momento coloca em risco a ordem pública. Além disso, acredita estar sofrendo constrangimento ilegal uma vez que a decisão do Tacrim estaria fundada em meras conjecturas, sem indicação de fatos aptos a ensejar sua custódia cautelar. Para a defesa, não foram demonstrados fatos concretos tendentes a oferecer risco à ordem pública. Bem, pelo visto, invasões não colocam em risco a ordem pública... O Google mostra inúmeras invasões capitaneadas por este "coordenador".

Um comentário:

CINEMAN disse...

Só o Pantaleão para matar um e ressuscitar outro.