O início do Coronel Mendes no comando da Brigada Militar gaúcha não poderia ser melhor: Ao saber que ele era o cara que iria fazer a desocupação da Bungue, em Passo Fundo, os manifestantes da via campesina (na verdade, um pedaço do mst), que invadiram a empresa ontem e estavam programados para ficarem três dias, queriam sair antes da chegada dele à Passo Fundo! Seis manifestantes acabaram sendo feridos levemente com balas de borracha, porque queriam sair sem serem identificados.
Enquanto o antigo comandante tinha seis metas em seu trabalho, Mendes tem uma só: combater o crime!
Os movimentos sociais vão ter que aprender a fazer suas manifestações dentro da lei. Difícil isso, não?
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quarta-feira, 11 de junho de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
Lei de Fronteira II
André Werner fez um excelente comentário no post Lei de Fronteira. Como muitos dos poucos leitores do PoPa não se dão ao trabalho de ler os comentários, este vai aqui repetido:
Meu caro PoPa,
Parabéns pelo blog e pelas defesas em busca de um novo tempo, em que a inteligência, o dinamismo e a competência política estejam sempre a serviço do cidadão e dos seus interesses maiores - pela sobrevivência digna - e a valorização do Estado, na criação e na manutenção de leis que lhes permitam atingir os objetivos e trazer a pujança.
Esse movimento "desordeiro" chamado Via Campesina aliado aos demais membros do MST, servem para isso mesmo. Gerar conflitos, invadir propriedades alheias e desrespeitar as leis. Não trazem nada de bom para o país. A não ser, pela condescendência dos governantes, se fortalecem e como formigas, da noite para o dia, invadem e arrasa o que está em pé.
Quem tem que se manifestar sofre conflitos de toda ordem é a Justiça, sempre acionada pela parte que se diz prejudicada, e jamais por esse ou aquele movimento, através de atos violentos e/ou de depredação do patrimônio alheio.
Essas senhoras (senhoras?) já demonstraram do que são capazes. E não sei porque, ainda, a Justiça não deu um basta nisso. A propriedade deveria ser - como manda a lei - inviolável. Independente de ser de propriedade de brasileiros ou estrangeiros, desde que devidamente documentado.
Porém, ficando sempre o Estado - através da Justiça - no direito da contestação, em se falando de soberania nacional e leis pertinentes. Mas, sempre com a mediação do Judiciário e o direito da livre defesa das partes.
Esses tais movimentos - todos massa de manobras de interesses duvidosos, pois não é com violência e invasão que se chagará a um veredicto - mas com políticas competentes e políticos sérios, trabalhando em prol do melhor para o país, o que anda difícil, diga-se de passagem. Faltam estadistas para essa Nação que sangra, e não é de hoje.
A Justiça deveria se impor nesses casos. Invadiu propriedade, roubou, abateu gados, destruiu plantações o bando vai responder processo, pagar indenização e se condenado vai para a cadeia, como qualquer outro cidadão. Veja as atrocidades cometidas pelo tal de Rainha. Sua ficha é deplorável.
Mas é líder de pessoas, facções e paus mandados que os usam como massa de manobra para forçar interesses. Tem muita parasita vivendo bem do dinheiro público. Se perderem a "mão de obra" que forma o rolo compressor, morrem à míngua, pois não são de trabalhar, nem produzir.
Mas, se especializaram na condução de uma tropa de comando único, que não faz pergunta, mas faz muito barulho para atordoar a sociedade, aquela que verdadeiramente paga o imposto e que a estes chega em forma de benefícios. Ou seja, eles são remunerados pelo Estado - para a sobrevivência? - e acabam dilapidando o patrimônio do cidadão de bem, o empresário que produz e gera empregos, que paga imposto e faz a pujança do país, e por aí vai.
O que essa gente da Via Campesina entende de produção e produtividade? O que eles entendem de delimitação de terras e fronteiras? O que, na prática, eles podem fazer para mudar o quadro para melhor? Nada! Só os parlamentares conscientes podem mudar através de novas leis, modernizando o que já superado está, e a Justiça para dirimir dúvidas, quando existirem conflitos.
Nesse caso específico de área de fronteira acho que os parlamentares do Estado deveriam fazer sim, um movimento, comissões específicas e mostrar ao governo federal que o Estado está sendo prejudicado, e trabalhar a tese. Mas não deixar a solta para que os oportunistas se aproveitem parta fazer baderna.
Aliás, e finalizando - e pedindo desculpas pelo alongado - o governo federal já se pronunciou na mudança da lei, não? Diminuindo de 150km para 50km que, mesmo assim, acho desnecessário. Afinal, quem desrespeitar as leis e normativas do país pagará o preço nas barras da Justiça. É a soberania do Estado sempre, porém respeitando os empreendedores e geradores do progresso. Seria o óbvio.
Portanto, se isso realmente aconteceu, na prática e imediatamente, mostra, mais uma vez, que a Via Campesina só fez baderna e estaria errada em seu conceito. Pois, o próprio governo federal reconhece o excesso da lei e fará mudanças.
E quem pagará em moeda sonante e também nas barras da Justiça os prejuízos causados? É pela impunidade desses grupos que estão cada vez mais agressivos e perigosos? O exemplo disso é o policial ferido por uma foice. Será que o agressor vai responder pelo seu ato?
Abs e boa semana
Meu caro PoPa,
Parabéns pelo blog e pelas defesas em busca de um novo tempo, em que a inteligência, o dinamismo e a competência política estejam sempre a serviço do cidadão e dos seus interesses maiores - pela sobrevivência digna - e a valorização do Estado, na criação e na manutenção de leis que lhes permitam atingir os objetivos e trazer a pujança.
Esse movimento "desordeiro" chamado Via Campesina aliado aos demais membros do MST, servem para isso mesmo. Gerar conflitos, invadir propriedades alheias e desrespeitar as leis. Não trazem nada de bom para o país. A não ser, pela condescendência dos governantes, se fortalecem e como formigas, da noite para o dia, invadem e arrasa o que está em pé.
Quem tem que se manifestar sofre conflitos de toda ordem é a Justiça, sempre acionada pela parte que se diz prejudicada, e jamais por esse ou aquele movimento, através de atos violentos e/ou de depredação do patrimônio alheio.
Essas senhoras (senhoras?) já demonstraram do que são capazes. E não sei porque, ainda, a Justiça não deu um basta nisso. A propriedade deveria ser - como manda a lei - inviolável. Independente de ser de propriedade de brasileiros ou estrangeiros, desde que devidamente documentado.
Porém, ficando sempre o Estado - através da Justiça - no direito da contestação, em se falando de soberania nacional e leis pertinentes. Mas, sempre com a mediação do Judiciário e o direito da livre defesa das partes.
Esses tais movimentos - todos massa de manobras de interesses duvidosos, pois não é com violência e invasão que se chagará a um veredicto - mas com políticas competentes e políticos sérios, trabalhando em prol do melhor para o país, o que anda difícil, diga-se de passagem. Faltam estadistas para essa Nação que sangra, e não é de hoje.
A Justiça deveria se impor nesses casos. Invadiu propriedade, roubou, abateu gados, destruiu plantações o bando vai responder processo, pagar indenização e se condenado vai para a cadeia, como qualquer outro cidadão. Veja as atrocidades cometidas pelo tal de Rainha. Sua ficha é deplorável.
Mas é líder de pessoas, facções e paus mandados que os usam como massa de manobra para forçar interesses. Tem muita parasita vivendo bem do dinheiro público. Se perderem a "mão de obra" que forma o rolo compressor, morrem à míngua, pois não são de trabalhar, nem produzir.
Mas, se especializaram na condução de uma tropa de comando único, que não faz pergunta, mas faz muito barulho para atordoar a sociedade, aquela que verdadeiramente paga o imposto e que a estes chega em forma de benefícios. Ou seja, eles são remunerados pelo Estado - para a sobrevivência? - e acabam dilapidando o patrimônio do cidadão de bem, o empresário que produz e gera empregos, que paga imposto e faz a pujança do país, e por aí vai.
O que essa gente da Via Campesina entende de produção e produtividade? O que eles entendem de delimitação de terras e fronteiras? O que, na prática, eles podem fazer para mudar o quadro para melhor? Nada! Só os parlamentares conscientes podem mudar através de novas leis, modernizando o que já superado está, e a Justiça para dirimir dúvidas, quando existirem conflitos.
Nesse caso específico de área de fronteira acho que os parlamentares do Estado deveriam fazer sim, um movimento, comissões específicas e mostrar ao governo federal que o Estado está sendo prejudicado, e trabalhar a tese. Mas não deixar a solta para que os oportunistas se aproveitem parta fazer baderna.
Aliás, e finalizando - e pedindo desculpas pelo alongado - o governo federal já se pronunciou na mudança da lei, não? Diminuindo de 150km para 50km que, mesmo assim, acho desnecessário. Afinal, quem desrespeitar as leis e normativas do país pagará o preço nas barras da Justiça. É a soberania do Estado sempre, porém respeitando os empreendedores e geradores do progresso. Seria o óbvio.
Portanto, se isso realmente aconteceu, na prática e imediatamente, mostra, mais uma vez, que a Via Campesina só fez baderna e estaria errada em seu conceito. Pois, o próprio governo federal reconhece o excesso da lei e fará mudanças.
E quem pagará em moeda sonante e também nas barras da Justiça os prejuízos causados? É pela impunidade desses grupos que estão cada vez mais agressivos e perigosos? O exemplo disso é o policial ferido por uma foice. Será que o agressor vai responder pelo seu ato?
Abs e boa semana
domingo, 9 de março de 2008
A Lei de Fronteira
O PoPa sempre foi contra a famigerada lei de fronteira. Graças à ela, empresas com capital estrangeiro não se instalaram na região no início do século XX, levando a Metade Sul do RS a atrasar-se na corrida desenvolvimentista industrial. Mas a lei permanece até hoje em vigor, impedindo estrangeiros ou empresas estrangeiras de adquirir bens nesta região.
O PoPa sempre dedicou-se a denunciar este abuso com a região e apenas agora, com o bloqueio das áreas da Stora Enso, é que a região acordou para o real e centenário problema . A empresa comprou áreas na Fronteira Oeste e colocou-as em nome de uma empresa brasileira, composta de brasileiros. É ilegal? Não, pois não houve nenhum tipo de desvio de verbas ou o que quer que fosse. A empresa declarou ao Estado que estava agindo assim, para defender os interesses dos vendedores, que queriam a documentação. A lei de fronteira é tão estúpida que a autorização para tal registro está demandando até a contratação de historiadores, para rastrear a legalidade da posse da terra pelos vendedores (se o comprador não for estrangeiro, parece não importar a origem).
Por que ainda existe esta excrescência jurídica em nosso País? Estamos em estado de beligerância com o Uruguai, com a Argentina ou com o Paraguai? Dá para entender que ainda exista este tipo de legislação na densa floresta amazônica, mas não aqui na nossa região!
Esta lei serviu de base para o atentado das mulheres da via campesina às instalações da Stora Enso. E o PoPa fica pasmo que ainda tem quem defenda este tipo de ação, dizendo da ilegalidade da posse das terras. São os mesmos que criticam a região e seu pretenso latifundiarismo. Não se dão conta - ou bem sabem - que este sistema desenvolveu-se exatamente por causa da lei de fronteira! Apenas para registro, a PM fez o trabalho que deveria fazer e fez bem. A área estava com interdito proibitório - não poderia ser invadida - e a BM estava lá para defender a justiça e a legalidade. As criminosas - que agiram contra a lei - recusaram-se a sair pacificamente. Qualquer estudante da década de 60 e 70 saberia que com tropa de choque não se discute, a não ser que se quisesse algum tipo de mártir... Mas quem saiu mais ferido, afinal, foi um brigadiano, que levou um golpe de foice no ombro. A imprensa não deu muita cobertura para o fato, talvez por que não venda jornal, sabe-se lá. Poderia ter sido na jugular, talvez a intenção tenha sido esta e a criminosa errou o alvo.
Há alguns anos, uma rica igreja norte americana queria comprar terras na região, para a produção de arroz. Traria tecnologia, aumentaria a produção e produtividade, criaria empregos no campo, mas era estrangeira... comprou em outra região, para fazer a mesma coisa que faria aqui! Por que esta discriminação? Por que o governo federal, que sempre se disse ao lado da região e ao lado do combate à estagnação econômica nada faz? FHC, Lula e até Collor se disseram favoráveis à redução das desigualdades regionais, mas nada fizeram!
E nota-se, também, que os detratores da região, os que não querem o desenvolvimento, os que são contra estrangeiros aqui produzindo, não são da região... as mulheres da via campesina têm sotaques de outras terras, também! A quem interessa este tipo de ação? A quem interessa o atraso desta região?
O PoPa sempre dedicou-se a denunciar este abuso com a região e apenas agora, com o bloqueio das áreas da Stora Enso, é que a região acordou para o real e centenário problema . A empresa comprou áreas na Fronteira Oeste e colocou-as em nome de uma empresa brasileira, composta de brasileiros. É ilegal? Não, pois não houve nenhum tipo de desvio de verbas ou o que quer que fosse. A empresa declarou ao Estado que estava agindo assim, para defender os interesses dos vendedores, que queriam a documentação. A lei de fronteira é tão estúpida que a autorização para tal registro está demandando até a contratação de historiadores, para rastrear a legalidade da posse da terra pelos vendedores (se o comprador não for estrangeiro, parece não importar a origem).
Por que ainda existe esta excrescência jurídica em nosso País? Estamos em estado de beligerância com o Uruguai, com a Argentina ou com o Paraguai? Dá para entender que ainda exista este tipo de legislação na densa floresta amazônica, mas não aqui na nossa região!
Esta lei serviu de base para o atentado das mulheres da via campesina às instalações da Stora Enso. E o PoPa fica pasmo que ainda tem quem defenda este tipo de ação, dizendo da ilegalidade da posse das terras. São os mesmos que criticam a região e seu pretenso latifundiarismo. Não se dão conta - ou bem sabem - que este sistema desenvolveu-se exatamente por causa da lei de fronteira! Apenas para registro, a PM fez o trabalho que deveria fazer e fez bem. A área estava com interdito proibitório - não poderia ser invadida - e a BM estava lá para defender a justiça e a legalidade. As criminosas - que agiram contra a lei - recusaram-se a sair pacificamente. Qualquer estudante da década de 60 e 70 saberia que com tropa de choque não se discute, a não ser que se quisesse algum tipo de mártir... Mas quem saiu mais ferido, afinal, foi um brigadiano, que levou um golpe de foice no ombro. A imprensa não deu muita cobertura para o fato, talvez por que não venda jornal, sabe-se lá. Poderia ter sido na jugular, talvez a intenção tenha sido esta e a criminosa errou o alvo.
Há alguns anos, uma rica igreja norte americana queria comprar terras na região, para a produção de arroz. Traria tecnologia, aumentaria a produção e produtividade, criaria empregos no campo, mas era estrangeira... comprou em outra região, para fazer a mesma coisa que faria aqui! Por que esta discriminação? Por que o governo federal, que sempre se disse ao lado da região e ao lado do combate à estagnação econômica nada faz? FHC, Lula e até Collor se disseram favoráveis à redução das desigualdades regionais, mas nada fizeram!
E nota-se, também, que os detratores da região, os que não querem o desenvolvimento, os que são contra estrangeiros aqui produzindo, não são da região... as mulheres da via campesina têm sotaques de outras terras, também! A quem interessa este tipo de ação? A quem interessa o atraso desta região?
quinta-feira, 6 de março de 2008
Números...
São muitas as coisas que se podem fazer com números. Até usá-los, com má-fé, para torcer fatos e ditar regras erradas. Hoje, levado pelo Maia a ler um blog de esquerda, o PoPa constatou, mais uma vez, este tipo de uso. No blog, o autor falava das "papeleiras" e sua contribuição na campanha de Yeda. O que o blogueiro esqueceu de dizer é que estas empresas também contribuíram com a campanha de Olívio. Stora Enso, para citar um exemplo, doou 23.000 para Yeda e 24.000 para Olívio. A Aracruz também doou para os dois, sendo mais para a Yeda. E a VCP foi mais esperta e não deu nada para Olívio. Ela sabia que, eleito, Olívio as mandaria sair do Estado, como fez com a FORD. Estes dados estão à disposição de quem quiser no site do TSE. Usar de meias verdades é usar de mentira inteira!
O PoPa sabe que o plantio de eucaliptos é uma saída para a crise econômica que se arrasta na Metade Sul e sabe, também, que existe um movimento muito maior para impedir o desenvolvimento da região. O que as delinqüentes da via campesina sabem de plantação, de qualquer plantação? Limitam-se a repetir bordões manjados e atuarem como títeres nas mãos escurecidas de setores que não se mostram abertamente ao nosso povo. Escondem o rosto para que ninguém saiba quem são. Têm vergonha do que fazem? Ou isto está na cartilha da guerrilha da qual fazem parte? Infelizmente, acabamos de presenciar uma ação da justiça que cedeu às ameaças de outros marginais terroristas que trancam estradas. Para, claro, que eles continuem a fazer o que estão acostumados a fazer, menos trabalhar para produzir alguma coisa.
Felizmente, apesar do vandalismo, nosso povo não está gostando disso! A Metade Sul tem fé e força para romper com os vândalos a soldo do imperialismo socialista!
O PoPa sabe que o plantio de eucaliptos é uma saída para a crise econômica que se arrasta na Metade Sul e sabe, também, que existe um movimento muito maior para impedir o desenvolvimento da região. O que as delinqüentes da via campesina sabem de plantação, de qualquer plantação? Limitam-se a repetir bordões manjados e atuarem como títeres nas mãos escurecidas de setores que não se mostram abertamente ao nosso povo. Escondem o rosto para que ninguém saiba quem são. Têm vergonha do que fazem? Ou isto está na cartilha da guerrilha da qual fazem parte? Infelizmente, acabamos de presenciar uma ação da justiça que cedeu às ameaças de outros marginais terroristas que trancam estradas. Para, claro, que eles continuem a fazer o que estão acostumados a fazer, menos trabalhar para produzir alguma coisa.
Felizmente, apesar do vandalismo, nosso povo não está gostando disso! A Metade Sul tem fé e força para romper com os vândalos a soldo do imperialismo socialista!
Voltando ao Pampa
O PoPa não gosta muito de falar sobre assuntos que nada tenham a ver com o Pampa. Mas os últimos dias foram de lascar...
A tal da via campesina aprontou feio na região, novamente. E, claro, estão reclamando dos "maus tratos" da Brigada Militar, que agiu para cumprir a lei. Elas não saíram de boa vontade e tiveram que ser retiradas à força. Um brigadiano foi ferido no braço por uma foice. Poderia ter sido na jugular, como o Soldado Valdeci. E o mst, para variar, resolveu bloquear uma série de rodovias, também na região. O PoPa não entende como funciona isto! Um grupelho de delinqüentes bloqueia uma rodovia e a polícia não retira-os de lá à força! Onde está o respeito à Constituição Brasileira? Ela garante o direito de ir e vir de todo cidadão de bem e, ao bloquear uma rodovia, este direito está sendo tolhido. E sem um motivo razoável!
Os vagabundos do mst não têm nada mais para fazer, mesmo, estes atos foram de "apoio" à via campesina e para que se liberasse a chefe da gang, que havia sido presa por agredir um policial a serviço... este pessoal do mst o PoPa não chama de vagabundos morais. São vagabundos. Só.
A tal da via campesina aprontou feio na região, novamente. E, claro, estão reclamando dos "maus tratos" da Brigada Militar, que agiu para cumprir a lei. Elas não saíram de boa vontade e tiveram que ser retiradas à força. Um brigadiano foi ferido no braço por uma foice. Poderia ter sido na jugular, como o Soldado Valdeci. E o mst, para variar, resolveu bloquear uma série de rodovias, também na região. O PoPa não entende como funciona isto! Um grupelho de delinqüentes bloqueia uma rodovia e a polícia não retira-os de lá à força! Onde está o respeito à Constituição Brasileira? Ela garante o direito de ir e vir de todo cidadão de bem e, ao bloquear uma rodovia, este direito está sendo tolhido. E sem um motivo razoável!
Os vagabundos do mst não têm nada mais para fazer, mesmo, estes atos foram de "apoio" à via campesina e para que se liberasse a chefe da gang, que havia sido presa por agredir um policial a serviço... este pessoal do mst o PoPa não chama de vagabundos morais. São vagabundos. Só.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Refém da bandidagem
Vejam esta, da ZH digital: O ouvidor-geral de Segurança Pública do Estado, Adão José Paiane, se desloca para o fórum de Rosário do Sul com pedido de relaxamento de prisão de Irma Ostrovski, da coordenação Estadual da Via Campesina. Ela foi presa na terça-feira junto com outras manifestantes durante cumprimento de ordem judicial na fazenda Tarumã. A área foi ocupada por mulheres do movimento. Segundo o ouvidor a liberação será para evitar novas ações no Estado.
Estado refém de arruaceiros? Refém de bandidos? A governadora Yeda capitulando para a bandidagem rasteira? Irma responde processos até por sequestro! Com licença, que o PoPa vai vomitar!
Imagem: precisando de um cotonete aí, ouvidor?
Campesino
Nestes dias complicados, as palavras são deturpadas. Campesino refere-se a campo, campestre. Lutzemberger preferia este termo ao de colono, pois seria um profissional do campo e não um colonizador. Certamente, não um invasor e muito menos um terrorista.
Sim, podemos classificar a via campesina como um grupo terrorista, pois os atos que pratica podem ser comparados ao de uma agremiação terrorista, que pretende assustar uma região que, finalmente, está encontrando algum meio de sair do "apagão econômico" em que se encontra há décadas.
Os dez leitores do PoPa sabem que a via campesina invadiu uma área que estava com interdito proibitório e destruiu algumas árvores para "plantar" nativas. Fez duas imbecilidades: destruiu o que estava plantado e inviabilizou mudas que poderiam ser efetivamente plantadas em algum lugar. E, claro, estava com 300 crianças na invasão. Acho que elas poderiam ser processadas apenas por este detalhe: uso de crianças em atos potencialmente perigosos, levando a risco de vida os pequenos. Ou, pelo menos, a uma séria deformação intelectual.
28 onibus estavam na "festa". Quem terá pago esta conta? O que o PoPa gostaria, é que a justiça fizesse uma triagem com identificação das marginais presentes, dos pais das crianças e dos proprietários dos ônibus. Poderia dar um interessante quadro para análise.
Irma Maria Ostroski, nascida em 18/01/72, casada, residente em Piratini, que participou da morte do soldado VALDECI DE ABREU LOPES, em Porto Alegre, participou da destruição do viveiro da Aracruz, da invasão da VCP e tantas outras ações terroristas, desta feita agrediu um policial militar. E foi presa. Espero que fique na cadeia por algum tempo, desta vez - pelo menos uma semana...
Mas o PoPa também está também preocupado com o que a ZH escreveu: É provável que sejam legítimas suas queixas de que a árvore traz ressecamento da terra. Como assim, caro jornalista Humberto Trezzi? Onde está o embasamento técnico para achar provável este tipo de asneira?
Sim, podemos classificar a via campesina como um grupo terrorista, pois os atos que pratica podem ser comparados ao de uma agremiação terrorista, que pretende assustar uma região que, finalmente, está encontrando algum meio de sair do "apagão econômico" em que se encontra há décadas.
Os dez leitores do PoPa sabem que a via campesina invadiu uma área que estava com interdito proibitório e destruiu algumas árvores para "plantar" nativas. Fez duas imbecilidades: destruiu o que estava plantado e inviabilizou mudas que poderiam ser efetivamente plantadas em algum lugar. E, claro, estava com 300 crianças na invasão. Acho que elas poderiam ser processadas apenas por este detalhe: uso de crianças em atos potencialmente perigosos, levando a risco de vida os pequenos. Ou, pelo menos, a uma séria deformação intelectual.
28 onibus estavam na "festa". Quem terá pago esta conta? O que o PoPa gostaria, é que a justiça fizesse uma triagem com identificação das marginais presentes, dos pais das crianças e dos proprietários dos ônibus. Poderia dar um interessante quadro para análise.
Irma Maria Ostroski, nascida em 18/01/72, casada, residente em Piratini, que participou da morte do soldado VALDECI DE ABREU LOPES, em Porto Alegre, participou da destruição do viveiro da Aracruz, da invasão da VCP e tantas outras ações terroristas, desta feita agrediu um policial militar. E foi presa. Espero que fique na cadeia por algum tempo, desta vez - pelo menos uma semana...
Mas o PoPa também está também preocupado com o que a ZH escreveu: É provável que sejam legítimas suas queixas de que a árvore traz ressecamento da terra. Como assim, caro jornalista Humberto Trezzi? Onde está o embasamento técnico para achar provável este tipo de asneira?
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