sábado, 24 de janeiro de 2009

O PoPa leu no Estadão: O Movimento dos Sem-Terra (MST) não quer somente terras, mas também um novo modelo agrícola, integrado à natureza, que não trate os alimentos como mera mercadoria. A ampliação dos objetivos foi confirmada ao fim do 13º Encontro Nacional do MST, ontem, em Sarandi (RS). Para conquistá-los, o movimento tem entre suas ferramentas as tradicionais invasões e manifestações públicas. E elas devem ser usadas muitas vezes em 2009, avisaram alguns líderes.

"Muitos trabalhadores que ficam desempregados podem, como forma de sobrevivência, se somar à luta do MST", avaliou Gilmar Mauro, do movimento.

Felizmente, alimentos são mercadorias. Alguém produz, para ganhar seu próprio sustento, e todos consomem. Na sociedade atual, urbana, não existe mais a possibilidade de alguém plantar para seu próprio sustento, portanto, se compra - como mercadoria - tais alimentos. Integrar à natureza é importante, mas como produzir arroz, soja, milho, feijão, em pequenas áreas - muito pequenas - para integrar à natureza? Como alimentar bilhões de pessoas com pequenas roças?

E como diabos quer o movimento, que desempregados urbanos que nunca viram um pedaço de terra, se transformem em campesinos? Pessoas urbanas nunca se adaptarão ao regime de trabalho do campo: acordar as cinco horas da manhã, trabalhar duro, dormir às sete, sem ver a novela... isto não é utopia, é hipocrisia!

Um comentário:

José de Araújo Madeiro disse...

É essa a questão, querem o poder totaltário de todo geito, até por fora da lógica. O MST é o braço armado do PT, são as FARC do Brasil.
Mas na essência, o marxismo não é só utopia, é também uma patifaria. Não existe atividade econômica socialista, mas capitalista. Assim quem mais se aproveita do capital é o marxista, que constroi sua riqueza pessoal através de meios ilícitos e quando no poder não quer mais sair, tornando-se totalitário, sanguinário e corrompendo o povo. Nesta onda vai o Brasil, conforme o ideário do Foro de São Paulo.