sábado, 11 de abril de 2009

Cotas na UFSM

O PoPa leu, na ZH de hoje, que a UFSM cancelou a matrícula de uma estudante que se autodeclarou parda. Acontece que a estudante tem pele clara, mas é afro-descendente (o avô é negro) e, segundo a legislação, teria direito à vaga. O PoPa é totalmente contra sistemas de cotas, exatamente por causa destas discrepâncias. Afinal, o que vale é a descendência ou a cor da pele? É preciso ter sido discriminada pessoalmente (já que o avô e o pai não contam), para ter direito à tal cota? A foto e o nome da menina estão lá na ZH.

Cotas podem não ser a mais abjeta forma de racismo, mas sem dúvida é racismo. Dia desses, o PoPa leu em um jornal local, a listagem de pessoas que passaram em um concurso. Um dos nomes estava com uma informação em letras caixa alta (somente isto em caixa alta), dizendo que aquela pessoa estava sendo admitida no sistema de cotas. Caramba! Isso é racismo explícito! Até prova em contrário, o PoPa continua acreditando que todas as pessoas são iguais perante a lei e a sociedade, independente de religião, cor, partido político, clube de futebol, opção sexual...

4 comentários:

CINEMAN disse...

O caso de Santa Maria é muito interessante. A menina é mulata(parece que agora querem chamar de parda), a avó ou o avô é negro. Cristalino. Tem direito a cota. Mas parece que está entrando um fator político no meio. Na comissão que analisa o candidato participam pessoas do movimento negro. E, em Santa Maria, surgiu um novo critério, a pessoa tem que ter sofrido discriminação como negro ou "parda" para obter a vaga. Então parece que as cotas em Santa Maria estão se tornando uma ação entre amigos.

Diego disse...

Eu ouvi falar desse caso também.

O problema das cotas é que perante a lei as pessoas não são mais todas iguais..

PoPa disse...

Não entendo este pessoal do "policitamente correto". Mulata é um termo muito mais agradável que "parda"! Quem gosta de ser chamado de pardo??????

De acordo com a Constituição Republicana de 1891:

Art° 72 A Constituição assegura a brasileiros e a estrangeiros residentes no País a inviolabilidade dos direitos concernentes à liberdade, à segurança individual e à propriedade, nos termos seguintes:

$1º- Ninguém pode ser obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.

$2º- Todos são iguais perante a lei.

A República não admite privilégios de nascimento, desconhece foros de nobreza e extingue as ordens honoríficas existentes e todas as suas prerrogativas e regalias, bem como os títulos nobiliárquicos e de conselho.

Anônimo disse...

http://www.bolsonaro.com.br/jair/videos/disc-008-2009.htm?id=225331

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