segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bancada da bala, imprensa do governo

Em suas leituras matinais, o PoPa leu, no UOL, que a "bancada da bala" era composta de 50% de gaúchos. Seguindo o raciocínio do redator da notícia, o PoPa ficou sabendo que a indústria de armas gaúcha deu alguma grana para a campanha destes parlamentares. Bem, no atual sistema político, é permitido angariar recursos de empresas e pessoas para a campanha política. Nada mais normal, portanto, que indústrias gaúchas financiem parlamentares gaúchos. No caso, gente que tem compromisso com o não desarmamento total da população. O PoPa não é financiado pela indústria bélica (de baixo calibre, por sinal) gaudéria, para dizer que é contra o desarmamento.

Estas são atitudes da imprensa governista, que dá nomes caricatos aos que defendem algo absolutamente natural, que é a defesa da própria vida! Imprensa que vendeu-se aos desmandos do governo, através de recursos não tão claros quanto os recebidos pelos parlamentares da tal "bancada da bala". Estes receberam, contabilizaram e tornaram públicos os recursos recebidos, não se tratando, portanto, de "recursos não contabilizados". Aqueles, venderam-se por publicidade oficial...

2 comentários:

José de Araújo Madeiro disse...

PoPa.

Não ao desarmamento dos homens de bem. Os PeTralhas não querem desarmar os bandidos, mas deixar os homens de bem desarnados e entregues à propria sorte.

Que imprensa mais obcena esta brasileira. Que não enxerga a abismal diferença entre a gestão do General Geisel, como um simples exemplo, da construção da Hidrelétrica de Itaipu e do PAC, como obra principal da gestão do Lula, em continuidade através da Dilma Rousseff e tocado por demais companheiros PeTralhas?

Está tudo no contexto, da explícita irresponsabilidade do Lula com o futuro do país e com a segurança do seu povo.

Na primeira referência , como uma conquista do trabalho e da determinação. Fruto da ousadia pela seriedade. Do homem sério e que pensava no seu povo. Na segunda, a cópia fiel da gestão PeTralha, da esculhambação, do desrespeito ao povo brasileiro e das corrupções diversas. Frutos de uma ousadia de sacramentar os destinos de um país, nos rumos da destruição, da incivilidade e da inviabilidade.

Att. Madeiro

CINEMAN disse...

Pior é a bancada da "bola" naquele velho sentido.