quarta-feira, 3 de março de 2010

Mundo Cão

Local: Cuba
Data: 28/02/2010 - dia do sepultamento do preso cubano Orlando Zapata, simples pedreiro que nunca pegou em armas, mas queria apenas liberdade para ele e seu povo. Um preso de consciência, como tantos outros na ilha sequestrada. E ele, logo ele, acha muito normal isso. A gargalhada deve ter sido quando alguém falou que um pedreiro tinha morrido. "Pô Fidel, tá faltando contrarrevolucionário decente para matar???? hahahahahaha!"

Não são sorrisos. São gargalhadas! Felicidade inexplicável para pessoas normais.

imagem: do blog da Santa - Ricardo Stuckert / PR

O blog "Por Outro Lado" divulga esta imagem, para ser distribuída pela internet:



8 comentários:

Carlos Eduardo da Maia disse...

E o blogueiro Fidel fez um post elogiando Lula e dizendo que não existem presos políticos em Cuba, um país onde não se tortura. E tem gente que acredita.

Anônimo disse...

Que bom que a mídia e os blogs resolveram olhar pelos que tem fome.

Façamos um tour de reportagens sobre as mortes por fome no Brasil e em outros excelentes países capitalistas.

Não se reconhece um mérito sequer de Cuba..é só bomba e bomba.

Por isso que a luta ideológica é uma luta sem fim....e com vitória para todos os lados.

CINEMAN disse...

Também concordo, vamos procurar alguns pontos positivos em Cuba. Já comecei a procurar, quando encontrar volto a postar.

Anônimo disse...

Já foi lá? Para começo de conversa?

Se você já foi eu até me identifico para conversarmos.

Não que eu seja alguma personalidade. Não sou conhecido nem nada. Mas já fui no país e muito rodei lá. Assim como já visitei outros países do mundo.

Agora se você nunca foi lá, e se baseia apenas no que deseja acreditar, aí então deixa quieto.

Anônimo disse...

ok, anônimo, boa viagem! E fica por lá...

PoPa disse...

Precisa estar em algum lugar para saber como foi? Precisa ter vivido na Alemanha nazista para saber como foi? Eu, por exemplo, era um estudante universitário durante parte da nossa "ditabranda". E - obviamente - era contra ela, pois não tínhamos liberdade total. Mas o país crescia a 7% ao ano, tinha obras em todo lugar, não tinha esta corrupção desenfreada. Mas não tinha liberdade de imprensa... E ai, meu amigo, está toda diferença. Mas, se tu não estivesse satisfeito com o Brasil, dava para sair a hora que quisesse... não tinha racionamento, não tinha desemprego. Mas não tinhamos liberdade de pensamento...

Ruim? Olhando de longe, nem tanto, embora faltassem liberdades importantes. Mas, com absoluta certeza, muito melhor que a Cuba de hoje. Mesmo sem nunca ter entrado lá.

Agora, você esteva aqui em 64?

Anônimo disse...

Não estive.

Não era nascido em 1964.

Se fosse, bem provavel que seria mais um que sumiu, morreu ou tomou uma bela surra dos militares.

Com certeza não precisa estar nos lugares para saber como foi. O problema é quando a informação mundial sai apenas de uma fonte, oriunda de um império que teve, junto com a competência bélica, a sorte de ter se desenvolvido junto com o crescimento midiático.

É como aquele travesti que hoje em dia pode se transformar quase em uma mulher.

Mas deixa quieto. Isso é conversa que não anda pra frente. É como discutir futebol.

Fique com suas ideologias, sempre vigiando a DEMOCRACIA mundial, de olho nas injustiças cubanas e de outras regiões que dão brecha para a esquerda, e eu fico com minhas crenças que sobrevivem as custas de ideais de Homens que foram eliminados antes que deixassem claro quais eram as suas mensagens...

PoPa disse...

Caro amigo, agradeço respeitares minhas posições e, podes estar certo, respeito as tuas. O confronto de idéias é uma das bases do crescimento humano e da própria democracia. Desde, é claro, que haja respeito entre as partes.