quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

E agora, cara?

O cara não é idiota, logo, foi o mentor, ou pelo menos padrinho, da primeira crise militar que se tem notícia depois da redemocratização brasileira. A lei da anistia foi feita para que o Brasil pudesse seguir em frente e anistiar o passado. Alguns dizem que o Brasil precisa conhecer seu passado, no que o PoPa concorda, mas conhecer por inteiro. Acontece que os registro somente existem em instituições oficiais. Como saber o que acontecia nos aparelhos comunistas que tramavam assaltos, assassinatos, terrorismo? Se ficarmos com os poucos escritos que sobraram, temos o manual da guerrilha, de Marighella e depoimentos de terroristas presos, que sempre poderão ser "contestados".

Não é por acaso esta situação. A Dama de Ferro tem exatamente este perfil. Foi no gabinete dela que esta estrovenga foi parida. O cara não é idiota, mas foi parceiro de uma bobagem que nuncanantesnestepaís foi feita: querer reescrever o passado com a pena - e a borracha - de alguns, e não dos melhores, partícipes da história.

3 comentários:

paschoal disse...

Popa, quem anda com porcos acaba comendo lavagem!
Bem feito para esses milicos cagões que se apoderaram das forças armadas.
Que, de uma vez por todas, aprendam a lição que terrorista bom é terrorista morto. Os terrorristas, nesta terrinha ridícula chamados de guerrilheiros, não foram tratados com o devido merecimento entre 1964 e 1984 e agora estão aí "nupudê" se vingando dos bundas-mole.
Se, à época, a justiça tivesse sido feita, hoje seria diferente

Partido ALFA disse...

Que venha. Tudo o que nós precisamos é algo que comece essa merda de uma vez. Dai em diante, vai ser um me dá. É chumbo nas odeias. Eles tem ios canhorros a Policia Federal. E só.

Marcos Pontes disse...

O revanchista Vanuchi, autor do decreto que o Beócio assinou dizendo não saber o que assinava, alega que a Lei da Anistia foi unilateral, ou seja, só beneficiou os torturaadores. Se ele nos mostrasse um terrorista que tenha sido pelo menos interrogado pelos crimes de morte, assalto, roubo ou seuqestro, inclusive de inocentes, durante o período 64-85, eu pensaria no seu caso.
A corja já dividiu o país entre Sul-Sudeste contra Norte-Nordeste, pretos contra brancos, pobres contra ricos, índos contra o Brasil, ladrões contra cidadãos,... Agora tenta vilanizar os militares e, de quebra, qualquer direitista ou conservador, na clara demonstração de que considera inimigo qualquer um que não comungue de seus ideais aloprados.