segunda-feira, 12 de maio de 2008

Menos impuestos, menos pobreza

O PoPa viu no "La Alharaca", este texto que saiu no editorial do El Mercurio, do Chile (leia o original, na íntegra, clicando aqui). Pescou apenas algumas partes que são comuns a todos os países ditos socialistas, mas recomenda a leitura do texto integral.

A rigor, os impostos são um roubo aos trabalhadores, que se vem obrigados a pagá-los, ainda que sejam muito mal usados. Isto é cada vez mais comum em nosso meio e parece não ter remédio, pelo enfoque dogmático clássico do socialismo, que considera pecado os gastos pessoais livres: é o Estado que sabe o que nos convém; nós, cidadãos, somos bobos, porque não tivemos esta revelação "de classe" que ilumina aos marxistas e seus derivados...

...A flexibilidade laboral e produtiva é a chave para a erradicação da pobreza, o mesmo que incentivar a benemerência e as sociedades sem fins lucrativos. Mas os socialistas querem estatizar tudo, desconfiam da liberdade e são totalitários; para eles seria melhor terminar como a URSS e não como os Estados Unidos...

...Atrevo-me a sustentar que congelar o gasto público aumentaria nosso bem-estar.

Um comentário:

andre wernner disse...

Vou ler o artigo no original.
Mas, de antemão, vale dizer que, lamentavelmente, o dinheiro arrecadado no país (o nosso!), há muito tempo que é mal utilizado, servindo como moeda para negociações políticas, conchavos e artimanhas duvidosas que nem sempre está diretamente ligada às necessidades públicas.

É o caso dos serviços de saúde do país, paupérrimo, escolas públicas, esgotos a céu aberto e tantos outros desmandos.
Democracia sempre. Distância da esquerda delirante e decadente.

Porém, exigir responsabilidade nas urnas e fora delas dos nossos (?) homens públicos. Que, aliás, estão numa das piores fases da vida política nacional.

A pobreza será erradicada ou diminuída na medida da consciência dos senhores representantes públicos – eleitos -, porém com responsabilidade social, respeito ao cidadão e vontade política de resolver os sérios problemas do país. Por ora, parece, não ser esse o tema dominante...
Abs