sábado, 14 de junho de 2008
RBS vs Mendes
Perceberam? No meio do texto, como quem não quer nada, afirmam que ele é aplaudido por "setores da classe média"! Como se pobres [ou ricos] não quisessem o combate ao crime sistemático e duro! Qual trabalhador não ficaria mais tranqüilo se soubesse que perto de sua família, perto da escola de seu filho, no seu caminho para casa, estivesse uma viatura da BM fazendo o que Mendes quer que eles façam: abordagens, para identificar criminosos. Muitas vezes o PoPa foi parado nas barreiras da BM e nunca achou estressante ou errado. Abusos existem e devem ser combatidos. O salário dos praças deve ser melhorado - e muito. Mas algo precisa ser feito para combater a ação da marginalidade. Ou não? Para os que julgam que a violência é fruto de causas sociais, simplesmente, por que não reduziu com a montanha de grana dos vales-esmolas? Ou ainda tem alguém que acredita que todo pobre é um ladrão em potencial?
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Como votaram os gaúchos
Pois os gaúchos que apoiaram a volta da CPMF, foram:
Manuela Dávila
Pompeo de Mattos
Vieira da Cunha
Darcísio Perondi
Eliseu Padilha
Ibsen Pinheiro
Mendes Ribeiro Filho
José Otávio Germano
Vilson Covatti
Beto Albuquerque
Adão Pretto
Marco Maia
Maria do Rosário
Pepe Vargas
Sérgio Moraes
Alguns deles vão querer teu voto este ano, para as eleições municipais. Lembre-se disso! Pensem no que eles vão fazer na tua prefeitura...
E os que foram contra esta roubalheira:
Afonso Hamm
Luis Carlos Heinze (este repensou sua posição, pois foi favorável à CPMF original)
Renato Molling
Nelson Proença
Claudio Diaz
Professor Ruy Pauletti
Luciana Genro
Faltou coragem à Lpt para fazer esta bobagem contra a população e resolveu lançar seus lacaios na tarefa suja...
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Movimentos marginais
Quando o PoPa era estudante, participava de manifestações contra um regime de excessão. Havia um justo motivo e a população - de maneira geral - apoiava isto. Não havia liberdade de expressão. Não podíamos falar sobre isto. Era muito diferente destes movimentos marginais de hoje. Aquilo, sim, se poderia chamar de movimentos sociais.
Mas uma coisa se sabia: quando a tropa de choque chegava, ninguém enfrentava... tropa de choque é treinada para dispersar multidões, sem olhar para nada! Não tem essa de coitadinho, mulher... tá no caminho da tropa, tem que sair correndo. Esta é a regra, desde sempre.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Mendes - Dia I
Enquanto o antigo comandante tinha seis metas em seu trabalho, Mendes tem uma só: combater o crime!
Os movimentos sociais vão ter que aprender a fazer suas manifestações dentro da lei. Difícil isso, não?
terça-feira, 10 de junho de 2008
Fatos & Fatos
- O PoPa leu o que foi transcrito na mídia sobre a gravação e não encontrou nenhum tipo de declaração que possa transformar Busatto em um político corrupto;
- O PoPa soube, hoje, que havia mais uma hora de conversa, que o vice não mostrou. Portanto, a conversa foi editada. Por que?
- Onix disse, na ZH de hoje, que "o povo" apóia a ação do vice. Onde ele viu isto? O povo gaúcho não apóia este tipo de política, com certeza! Mas o PoPa ficaria satisfeito se ele apresentasse algum tipo de pesquisa de opinião sobre o assunto. Pelo contrário, a coragem de Busatto em enfrentar a CPI, imediatamente após o fato, demonstra claramente que ele é um político sério, que declarou - em uma conversa privada - que existem esquemas políticos desde muito tempo. Alguma novidade nisso?
- O pt, que está mergulhado num mar de lama há tanto tempo, é quem mais bate no Busatto. Estranho isso...
- O psol agora quer dar um golpe no Governo do Estado. Onde estão os arautos da democracia que denunciam golpes - inexistentes - contra Lpt a todo momento?
Sobre a história de que "o povo" apoia esta baboseira, o PoPa cita Yoana, do Generacion Y:
Alguien habla en mi nombre. Me suman a una primera persona del plural que al decir “nosotros los cubanos no permitiremos (…) nuestro pueblo no transigirá…” nos incluye a todos sin consultarnos a ninguno. De esa esquizofrenia de la primera persona del plural, está lleno el discurso político cubano. [Alguém fala em meu nome. Colocam-me em uma primeira pessoa do plural porque ao dizer: "nós, cubanos, não permitiremos... nosso povo não transigirá..." incluem todos sem consultar ninguém. Desta esquizofrenia da primeira pessoa do plural, o discurso cubano está cheio.]
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Generación Y - a confidencialidade nos correios cubanos
Desde que me mudei - já fazem quinze anos - a este enorme bloco estilo socialista, não recebi nenhuma carta pelo serviço regular. A razão não é que meus amigos tenham se esquecido de mim, ou que o email tenha derrotado as formas tradicionais de enviar uma carta; mas sim que os cubanos não confiam nos correios.
Tantos tramites, solicitações e pagamentos que poderiam realizar-se através do correio, estão ainda na etapa de irmos pessoalmente nos lugares e entrar em filas para sermos atendidos. Parece uma ilusão futurista, chegar o dia em que possamos receber a fatura da luz, da água ou do gás através do correio e nem o próprio Azimov poderia fazer crer que um pacote pode chegar - sem ter sido aberto - a suas mãos.
Na metade das suspeitas do vazio de minha caixa de correio, o Granma divulgou um artigo em 28 de maio, com o tema "inviolabilidade da correspondência", consagrado na Constituição da República. A jornalista que redigiu o texto assegura que "a Lei de Defesa Nacional estipula que, frente a situações excepcionais - guerra ou estado de guerra, mobilização geral e estado de emergência - alguns direitos e garantias constitucionais, entre eles a inviolabilidade da correspondência, podem ser regulados de maneira diferente".
Durante anos em Cuba, se fomentou a idéia de que ninguém poderia guardar segredos para o estado e a correspondência pessoal foi uma das expressões de privacidade mais vulneráveis. Tenho mil e um exemplos de cartas abertas, lidas e usadas contra seus destinatários, sem justificar-se esta ação pela gravidade de um conflito bélico. Uma amiga, que se correspondia com um colega exilado nos Estados Unidos, foi repreendida pelos seus chefes, quando um vizinho indiscreto interceptou uma das cartas e a remeteu, de imediato, à "segurança" do seu local de trabalho.
A volta à privacidade, a esta zona exclusiva onde um governo não pode entrar, porque pertence ao cidadão, demorará anos. Não somente necessitamos que a carta expedida chegue a tempo e sem danos, mas também ter a confirmação de que o que está escrito nela, é patrimônio exclusivo do remetente e do destinatário. Algum dia, a correspondência será como palavras ditas ao ouvido e as agências dos correios farão com que estes sussurros não possam ser "escutados" por outras pessoas.
Mendes é o cara!!!!
Mendes é o cara que tem mantido o mst em seu lugarzinho escuro, sem dar muita trela para os bandidos. Para os que confundem manifestação social com baderna, ele não serve. Para os que querem paz social, é o cara!
domingo, 8 de junho de 2008
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Minc, o falador
Ainda na Folha (o PoPa adverte: ler jornais faz mal à saúde): O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou hoje que o governo federal vai destinar R$ 1 bilhão para recomposição de reservas legais na Amazônia. Na prática, o governo vai conceder crédito, a juros de 4% ao ano aos produtores que desmataram além do permitido pela legislação e são obrigados a recompor a floresta.
"Uma coisa é você obrigar, outra coisa é você dar meios para, essa é a verdadeira questão. É uma obrigação legal. Mas agora os recursos vão garantir que ela seja cumprida. É o cumpra-se da reserva legal", disse Minc no 1º Fórum de Governadores da Amazônia Legal.
Sacaram, né? Vamos dar grana subsidiada para quem desmatou... e, suprema piada, vão ser obrigados a recompor a floresta...
Sacrifícios?
PQP! Se é para fazer sacrifício, corta uns 20 ministérios, tira uns 500 aspones e reduz drasticamente a máquina pública federal, que consome toda a nossa grana e nada dá em troca. Ao contrário... Pô, presidente! Que piada [de extremo mau gosto]!