Na ZH de hoje, sublinarmente - ou nem tanto - um texto chamou a atenção do PoPa: Ontem, Zero Hora conversou três vezes com o coronel. Em um dos diálogos, Mendes falou em abordagem 16 vezes. Criticado por ativistas, aplaudido pelos setores da classe média da sociedade, Mendes, oficial com perfil operacional, defende o combate ao crime de maneira simples e objetiva...
Perceberam? No meio do texto, como quem não quer nada, afirmam que ele é aplaudido por "setores da classe média"! Como se pobres [ou ricos] não quisessem o combate ao crime sistemático e duro! Qual trabalhador não ficaria mais tranqüilo se soubesse que perto de sua família, perto da escola de seu filho, no seu caminho para casa, estivesse uma viatura da BM fazendo o que Mendes quer que eles façam: abordagens, para identificar criminosos. Muitas vezes o PoPa foi parado nas barreiras da BM e nunca achou estressante ou errado. Abusos existem e devem ser combatidos. O salário dos praças deve ser melhorado - e muito. Mas algo precisa ser feito para combater a ação da marginalidade. Ou não? Para os que julgam que a violência é fruto de causas sociais, simplesmente, por que não reduziu com a montanha de grana dos vales-esmolas? Ou ainda tem alguém que acredita que todo pobre é um ladrão em potencial?
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sábado, 14 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Mendes - Dia I
O início do Coronel Mendes no comando da Brigada Militar gaúcha não poderia ser melhor: Ao saber que ele era o cara que iria fazer a desocupação da Bungue, em Passo Fundo, os manifestantes da via campesina (na verdade, um pedaço do mst), que invadiram a empresa ontem e estavam programados para ficarem três dias, queriam sair antes da chegada dele à Passo Fundo! Seis manifestantes acabaram sendo feridos levemente com balas de borracha, porque queriam sair sem serem identificados.
Enquanto o antigo comandante tinha seis metas em seu trabalho, Mendes tem uma só: combater o crime!
Os movimentos sociais vão ter que aprender a fazer suas manifestações dentro da lei. Difícil isso, não?
Enquanto o antigo comandante tinha seis metas em seu trabalho, Mendes tem uma só: combater o crime!
Os movimentos sociais vão ter que aprender a fazer suas manifestações dentro da lei. Difícil isso, não?
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