O PoPa leu, estarrecido, no Estadão: BRASÍLIA - A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta quinta-feira, 25, que o empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que o presidente do Equador, Rafael Correa, ameaçou suspender o pagamento foi feito para a construtora brasileira Norberto Odebrecht, e não para o governo equatoriano. A disputa jurídica entre a empresa e Quito ganhou contornos de uma crise bilateral entre Brasil e Equador, depois que o presidente declarou que analisava a possibilidade de não pagar os US$ 243 milhões concedido banco.
Como? A empreiteira pegou a grana no nome do governo do Equador???? Bem, é verdade que o BNDES financia empresas brasileiras para produzir algo para vender para o exterior. Mas este financiamento funciona como um capital de giro que deve ser devolvido tão logo a obra ou o equipamento estiver montado e funcionando. O financiamento que o aprendiz quer dar calote é - sem sombra de dúvidas - do governo do Equador. Agora, qual o interesse de Dilma em dar este tipo de declaração? Por que não foi um diretor do BNDES? Agora, só falta o Marco Aurélio dizer que a diplomacia exige que se respeite as decisões de outro governo, bla, bla, bla
Ora, se o financiamento está no nome da Odebrecht, até que o cara está certo em não pagar. Por que iria pagar as contas dos outros?
Como previsto, estão preparando o golpe...
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Rapidinho
Não demorou nem dois dias para o candidato a Fidel do Equador mostrar qual sua real intenção na expulsão da construtora Odebrecht do país. O PoPa nem pensou no assunto, pois era coisa de uma construtora enorme, praticamente uma multinacional e um país que contratou seus serviços. Que resolvam entre eles, pensou o PoPa. Aí, uma reação tímida do Itamarati, já começou a preocupar o velho PoPa.
Agora à tarde, a notícia, no Estadão: "Nós estamos pensando seriamente em não pagar o crédito do BNDES (...) que foi concedido por meio da Odebrecht para construção da hidrelétrica", declarou Correa durante uma entrevista a uma TV local. "Ainda mais um empréstimo de centenas de milhões de dólares, de mais de US$ 200 milhões, para um projeto que não presta", acrescentou. E daí? Por que os trabalhadores brasileiros teriam que pagar a conta de um projeto que não presta, mas que foi assinado entre uma empresa privada e um governo legalmente estabelecido? Sim, os trabalhadores brasileiros, pois a grana do BNDES provém do FAT - Fundo de Amparo aos Trabalhadores. É grana privada, que vai para os cofres do governo com a única e exclusiva finalidade de promover a aumento do emprego e da renda do trabalhador brasileiro.
E aí, qual vai ser a posição do governo brasileiro? Alisar o meliante e dizer que ele tem razão? Lugo, Evo e agora Correa! Todos querem tirar uma casquinha do Brasil e nossa diplomacia parece aceitar tudo!
Agora à tarde, a notícia, no Estadão: "Nós estamos pensando seriamente em não pagar o crédito do BNDES (...) que foi concedido por meio da Odebrecht para construção da hidrelétrica", declarou Correa durante uma entrevista a uma TV local. "Ainda mais um empréstimo de centenas de milhões de dólares, de mais de US$ 200 milhões, para um projeto que não presta", acrescentou. E daí? Por que os trabalhadores brasileiros teriam que pagar a conta de um projeto que não presta, mas que foi assinado entre uma empresa privada e um governo legalmente estabelecido? Sim, os trabalhadores brasileiros, pois a grana do BNDES provém do FAT - Fundo de Amparo aos Trabalhadores. É grana privada, que vai para os cofres do governo com a única e exclusiva finalidade de promover a aumento do emprego e da renda do trabalhador brasileiro.
E aí, qual vai ser a posição do governo brasileiro? Alisar o meliante e dizer que ele tem razão? Lugo, Evo e agora Correa! Todos querem tirar uma casquinha do Brasil e nossa diplomacia parece aceitar tudo!
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