Deu no Estadão de hoje, em destaque:
A diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu apresentou pessoalmente à desembargadora Cecília Marcondes, do Tribunal Regional Federal, a Instrução Suplementar ISRBH 121-189, que proibia o pouso de aviões com um reverso inoperante em pistas molhadas, como garantia de que o Aeroporto de Congonhas poderia ser liberado para operações com segurança. No final da tarde de 22 de fevereiro, Denise, um advogado da Anac e dois oficiais reformados foram ao gabinete da desembargadora, no 20º andar do prédio do TRF na Avenida Paulista.
Segundo Cecília, o documento tem validade legal, apesar de haver o sentimento de ter sido enganada. "Em primeiro lugar eu senti um espanto muito grande. Em segundo lugar, revolta. Não é só a pessoa da juíza que está sendo enganada, é o poder do Estado."
Para a desembargadora, ou a direção da Anac agiu com improbidade administrativa, ou Denise Abreu mentiu à CPI do Apagão Aéreo, em Brasília, quando disse que o papel não tinha validade de norma. "Se não podemos confiar nas agências (reguladoras), não temos em quem confiar". Leia toda a matéria, clicando aqui.
Esta mesma notícia está ao final da página da Folha, mas apenas para assinantes. Essa é uma grande diferença entre estes grandes jornais brasileiros. O Estadão está aberto para todos lerem, assinantes ou não. E dá destaque às notícias importantes, como esta. O PoPa fica imaginando que lula poderá finalmente saber de alguma coisa. Jornal, ele deve ler, não?
Quase um acidente no Salgado Filho. Um Airbus ia pousar e.. imagina, tinha outro avião na pista. O que é que tá dando nestes caras? O controlador não avisou? Este pais está acabando e nós não estamos fazendo nada.
ResponderExcluirEle não tinha autorização para pousar. Acredita nisso? Qualidade TAM...
ResponderExcluirO sigilo da Denise Abreu, amiguinha de Zé Dirceu, foi quebrado. Tam, tam, tam, tam.
ResponderExcluirMaia, ela exagerou na dose de prepotência e disse que não abriria nada que eles que quebrassem (os sigilos bancário e telefônico). É bom, porque aumenta a vontade de bater nela!
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